Fala aí, Nomade Orquestra!

“Venham para as ruas!”

 

A Nomade Orquestra faz um trabalho autoral de música instrumental com influências do funk70, jazz, dub, rock e afrobeat. Formada em 2012, no ABC Paulista, a banda circula em festivais e circuitos no Brasil e Europa: Rio, São Paulo, Santa Catarina, Espanha, Portugal, Bulgária, Alemanha e Inglaterra. O segundo álbum, Entre Mundos, lançado neste ano, teve assinatura do selo Far Out Records, do Reino Unido. O som dá continuidade ao mergulho no universo musical nômade, uma música independente de fronteiras. 

Nesta edição do BR135 a banda fecha a programação do BR Instrumental, com show marcado para as 23h do sábado, 25, na Praça Nauro Machado. Um dos integrantes da Nômade, Ruy Rascassi, bateu um papo com a turma do festival e manda seu recado para a galera de São Luís.

 

Esta é a primeira vez que a Orquestra se apresenta em São Luís, mas alguém da banca já veio aqui alguma vez? Conhecem a cidade?

A maioria do grupo está indo a São Luís pela primeira vez. Eu estive uma vez, se não me engano em 2013, com o grupo Pedra Branca. O trompetista Marco Stoppa já esteve algumas vezes também, com a banda Criolina. A cidade é um paraíso que exala sua cultura local! 

 

Qual a expectativa para apresentação no festival?

Estamos muito honrados pelo convite para participar desse importante festival. E podermos levar a nossa música a novos horizontes demonstra o poder de transformação e conexão que ela possui.

 

Que repertório vão tocar no show?

Seguimos nossa trajetória contando nossas histórias em formato de música. Lançamos neste ano nosso segundo disco chamado Entremundos, que representa justamente a continuidade da vivência musical do grupo. Quanto ao repertório é  uma mescla dos dois discos, mas teremos surpresa!

 

Qual a importância de festivais como o BR para trabalhos como o da Orquestra Nômade?

O Brasil é um território muito rico culturalmente, mas carente de estrutura  para fomentar toda essa diversidade. E ter festivais consolidados como o BR135 é o que mantém acesa a chama da esperança e cria um ponto de referência e influência para que as pessoas se articulem e construam redes de cultura.

 

Algum recado em especial ao público?

Venham para as ruas! 

 

A Orquestra Nômade vem completa?

Sim, formação completa de 10 músicos no palco, mais VJ e performance. 

 

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