Fala aí, Quartabê!

“Quartabê tá chegando pra causar”

Do free jazz ao afrobeat, do eletrônico ao choro, o Quartabê transita por diferentes sonoridades e referências musicais e é uma das bandas mais originais da música independente brasileira na atualidade. Joana Queiroz, Maria Beraldo e Mariá Portugal, integrantes da ala feminina do projeto Clara Crocodilo, do paulistano Arrigo Barnabé, uniram-se em 2014, ao pianista Chicão, da cena musical e teatral paulistana, e juntos fizeram uma leitura diferente do repertório do compositor Moacir Santos. Eles estarão no palco do BR Instrumental, na Praça Nauro Machado, nesta sexta, 23. Com a palavra o pianista Chicão:

 É a primeira vez que o Quartabê vem a São Luís? 

Metade da banda já conhece a cidade. A Mariá já foi tocar com o Trash pour 4 e com a Fernanda Takai; e a Jojô, com Alfredo del Penho, Germano Mathias e no projeto Pixinguinha.

 Qual a expectativa para apresentação no BR?

Esperamos que o público curta nosso som! Estamos muito felizes de ir ao Maranhão tocar. Viramos um quarteto há poucos meses e estamos com muita gana de mostrar esse novo show às pessoas.

Que repertório vocês trazem Alguma surpresa? 

O repertório varia entre as músicas dos nossos dois primeiros álbuns e a surpresa é um spoiler do nosso próximo professor.

 Qual a importância de festivais como esse para o Quartabê?

Festivais que valorizam a música independente são cruciais para bandas deste circuito, é a única forma viável de conseguirmos viajar e atingir públicos que não teriam acesso à banda. Quer dizer, o acesso está lá na internet para todos, mas tornar conhecido este acesso é das principais consequências dos festivais.

 Algum recado em especial ao público?

São Luís, a tchurminha da Quartabê tá chegando pra causar um pouquinho com vocês! Vamo?

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